O único Congresso de traqueostomia multiprofissional do Brasil

Fono, fisio, enfermeira e cirurgião ensinando juntos o que nenhuma pós-graduação foi desenhada para entregar: raciocínio clínico multiprofissional no paciente traqueostomizado, mesmo quando você é o único profissional na sala.

20 de junho Das 09h às 16h Gratuito Ao vivo

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Para quem é este congresso?

Se você domina sua área, mas chega ao leito de um paciente traqueostomizado e a dúvida aparece:

  • Essa secreção é normal ou é sinal de alerta?
  • Estou aspirando na frequência certa?
  • Isso pertence ao meu escopo ou deveria acionar outra área?
  • Estou perdendo algo que deveria estar vendo?

Esse congresso é pra você.

Essa dúvida não é falta de competência. É o que aparece quando um paciente exige, ao mesmo tempo, o olhar de especialidades que nunca foram treinadas juntas.

O Congresso de Traqueostomia foi construído para isso, para todo profissional de saúde que atende ou vai atender paciente traqueostomizado, independente da especialidade.

O custo real da atuação fragmentada em traqueostomia

A insegurança no leito não é falta de competência técnica. É raciocínio clínico construído sobre uma leitura parcial do paciente. A ciência já mediu o custo disso:

Quando especialidades passaram a trabalhar integradas, sem nenhuma nova tecnologia, sem novos protocolos:

+275%
Comunicação

Pacientes traqueostomizados que não tinham voz voltaram a se comunicar em até 275% mais casos com integração multiprofissional.

Ninan et al., 2023 — Journal of Clinical Nursing / Johns Hopkins

−88%
Eventos adversos

Eventos adversos caíram até 88% quando especialidades passaram a trabalhar de forma integrada.

Mitchell et al., 2012 — Critical Care Medicine

−78%
Decisão Clínica

A taxa de oclusão da cânula caiu de 25% para 5,5% com protocolos multiprofissionais integrados.

Tobin & Santamaria, 2008 — Critical Care

Esses números não mostram o que a equipe multiprofissional fez de extraordinário.

Mostram o resultado que deixa de acontecer quando não existe raciocínio multiprofissional.

O Congresso da Traqueostomia foi construído para fechar essa lacuna.

Quem são os professores?

Quatro especialidades que definem o cuidado em TQT reunidas em um único evento, para que você chegue ao leito seguro de que está fazendo a coisa certa.

Paola de Mello

Fonoaudióloga · Coordenadora

Paola de Mello

Fonoaudióloga e uma das maiores referências em disfagia do Brasil. Seu método parte da neurofisiologia da deglutição para ler qualquer quadro disfágico com precisão, da avaliação até a decisão clínica. Criou a maior comunidade de estudo de disfagia da América Latina e a única pós-graduação brasileira em disfagia com ênfase em neuroreabilitação.

Ver formação e credenciais
  • Coordenadora do Congresso de Traqueostomia
  • Fonoaudióloga formada pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)
  • Pós-graduada em Neurogeriatria pelo HC-FMUSP
  • Pós-graduada em Neurorreabilitação (Neuroqualis)
  • Atuação clínica no HC-FMUSP, Hospital Samaritano e Rede Lucy Montoro
  • Fundadora da Home Therapy, equipe especializada em reabilitação domiciliar de comunicação e deglutição
  • Criadora do Método Quarteto Fantástico
  • Idealizadora e professora da Academia da Disfagia, maior comunidade de estudo de disfagia da América Latina
  • Idealizadora da única Pós-Graduação em Disfagia com Ênfase em Neuroreabilitação do Brasil
Dr. Antonio Bertelli

Cirurgião de Cabeça e Pescoço

Dr. Antonio Bertelli

Cirurgião de Cabeça e Pescoço formado pela Santa Casa de São Paulo, foi responsável pelo time de traqueostomia do Hospital Samaritano Higienópolis durante a pandemia COVID-19 e coordena cursos de Traqueostomia Percutânea no Brasil. Professor convidado da Johns Hopkins Medicine e do Royal College of Medicine de Londres.

Ver formação e credenciais
  • Responsável pelo time de traqueostomia do Hospital Samaritano Higienópolis durante a pandemia COVID-19
  • Coordenador de cursos de Traqueostomia Percutânea no Brasil
  • Instrutor do ATLS® — Advanced Trauma Life Support (Colégio Americano de Cirurgiões)
  • Professor convidado da Johns Hopkins Medicine, Estados Unidos
  • Professor convidado do Royal College of Medicine e St. George/Kingston Hospitals, Londres
  • Ex-Presidente da Federação Latino-Americana de Sociedades de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
  • Chefe de equipe de Cirurgia de Cabeça e Pescoço — Hospitais Nove de Julho, São Luiz do Morumbi e Infantil Sabará, SP
  • Formado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Residência em Cirurgia Geral e Cirurgia de Cabeça e Pescoço pela mesma instituição
Dra. Alessandra Dorça

Fisioterapeuta Respiratória

Dra. Alessandra Dorça

Fisioterapeuta especialista em reabilitação respiratória de doenças neuromusculares, é patenteadora do Método TR3, que atua diretamente no reposicionamento traqueal e no manejo de secreção, e criadora do ILLIFE-T, primeiro dispositivo fabricado no Brasil para treinamento de musculatura respiratória.

Ver formação e credenciais
  • Fisioterapeuta especialista em reabilitação respiratória de doenças neuromusculares
  • Patenteadora do Método TR3, voltado ao reposicionamento traqueal e ao manejo de secreção brônquica
  • Criadora do ILLIFE-T, primeiro dispositivo nacional para treinamento de endurance da musculatura respiratória
  • Diretora Técnica da Associação Pró-Cura da ELA
  • Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde pela UNIFESP, Escola Paulista de Medicina
  • Publicação científica indexada no Advances in Respiratory Medicine (PMID 34196381)
  • Representou o Brasil no 27º Simpósio Internacional de ELA, Dublin (2016)
  • Apresentou o Método TR3 na ILO Conference, Denver, EUA (2023)
  • CREFITO 46195-F
Danielle Leite de Lemos Oliveira

Enfermeira · Simulação e Prática Clínica

Danielle Leite de Lemos Oliveira

Enfermeira e doutora em Ciências da Saúde pela UNICAMP, dedicada à simulação clínica realística na formação de profissionais de saúde. Atuou no cuidado ao paciente traqueostomizado na UTI de grande queimado, onde a maioria dos pacientes evolui para a TQT, e ensina esse manejo na graduação e no ensino técnico de enfermagem, trazendo para o congresso o eixo prático da enfermagem em traqueostomia.

Ver formação e credenciais
  • Doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Enfermagem da UNICAMP, linha de Tecnologia e Inovação no Cuidado de Enfermagem
  • Mestre em Enfermagem pela UNICAMP
  • Docente de Enfermagem na graduação e no ensino técnico, com aulas e supervisão de estágio no cuidado ao paciente traqueostomizado
  • Experiência assistencial em UTI de Grande Queimado, onde a maior parte dos pacientes evolui para traqueostomia
  • Especialista em Design Instrucional pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e em Docência para o Ensino Superior
  • Idealizadora e gestora de treinamentos em simulação clínica e metodologias ativas na Sim Edu
  • Instrutora de Simulação Clínica Realística, com formação pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
  • Ex-membro da Comissão de Enfermagem da Associação Brasileira de Simulação (ABRASSIM)
  • Bacharel em Enfermagem pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

O que muda depois de um dia neste congresso?

Hoje, você maneja o paciente traqueostomizado com a sensação de que não está enxergando alguma coisa. A insegurança existe, mas não tem nome.

Depois do congresso, você entende o que estava faltando para sair do atendimento sabendo que fez a coisa certa.

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Ao vivo · 20 de junho · Das 09h às 16h · Gratuito

Perguntas Frequentes

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É realmente gratuito?
Sim. Sem taxa, sem condição, sem surpresa no final. Você se inscreve e participa ao vivo no dia 20 de junho.
P
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Sou [fono / fisio / enfermeiro / médico] — esse congresso é para mim?
Sim. O congresso foi construído para profissionais de saúde que já atuam na prática clínica e atendem ou passarão a atender pacientes traqueostomizados — independente da especialidade. Cada professor ensina do seu escopo, para que você entenda o olhar do colega sem sair do seu.
P
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Já tenho pós-graduação na minha área. Ainda faz sentido participar?
Faz — e especialmente para você. A pós-graduação aprofundou sua especialidade. O congresso entrega o que ela não foi desenhada para dar: o raciocínio clínico que atravessa especialidades no mesmo paciente.
P
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Não consigo participar ao vivo no dia 20. Haverá gravação?
Não. É importante que reserve o horário na sua agenda para participar ao vivo.
P
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Trabalho sozinha, sem equipe multiprofissional. O congresso ainda faz sentido para mim?
Sim! Faz sentido especialmente para você. Raciocínio multiprofissional não é uma habilidade de equipe. É uma habilidade sua, que você carrega para qualquer leito, com ou sem outros profissionais presentes.

Quando você entende o que o cirurgião avalia antes de indicar decanulação, o que a fisio observa no padrão respiratório, o que a enfermeira identifica no estoma, você para de enxergar o paciente só pelo seu escopo e passa a enxergar o que está faltando no quadro inteiro. Isso muda a decisão clínica, mesmo quando você é o único profissional na sala.

Quem atua sozinha, aliás, é quem mais precisa desse raciocínio, porque não tem um colega ao lado para preencher o que ela não está vendo.
P
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Os dados possuem comprovação científica confiável?
Sim, essas são as referências científicas:
Ninan et al., 2023 — Journal of Clinical Nursing / Johns Hopkins University → https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37395139/
Mitchell et al., 2012 — Critical Care Medicine → https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0883944112001670
Tobin & Santamaria, 2008 — Critical Care → https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2447599/
de Mestral et al., 2011 — Canadian Journal of Surgery → https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3104317/
Garrubba, Turner & Grieveson, 2009 — Critical Care → https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19895690/
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